Quando me cala o pensamento?
Não sei.
Vem a mente a saudade do tempo.
Tempo de luz branca.
Tempo em que não se precisava acender nada e nem pedir.
Nestes tempos calados, somente penso no que mais amo na vida.
Talvez seja um amor calado, contemplativo?!
O amor mais verdadeiro que tenho, que tive.
Amor que não se mede.
Amor que não me desampara.
Por vezes demora.
E não entendo o dono do meu mistério.
Amo com força, com minhas mãos fracas e fortes...
Total contradição do meu ser.
Verde é a cor da quimera, branca da paz e vermelho é seu coração sagrado.
Amo-o com firmeza e com meus tremores de filha.
Queria arrancar esse espinho e ser somente uma rosa.
Uma rosa branca da paz.
........
Grata por tudo em minha vida, por tudo.
Pelas luzes e pela noites.
Pelas bonanças e tempestades.
Pelos firmamentos e pelas fraquezas.
Pelos medos e fortalezas.
Pelas vidas e pelas mortes.
Em meus constantes recomeços.
Amém.
Mari
E este Sol impõe a claridade
ResponderExcluirPôs no celeste a Lua a bocejar
Perdi a conta das estrelas no céu
Ergui-me em bicos para as contar
Voa comigo sobre as emoções
Mágico beijo
é bom ver teu "oceano" Mari e dele fazer e ser parte
ResponderExcluirtempo de luz branca
As suas palavras me fortalecem e os seus comentários em muito engrandecem o meu blog e em especial as minhas imagens, excelente esse seu dom.
ResponderExcluirUm beijo com amizade.
Mari, que Deus abençoe nossas vidas sempre! É muito bom ser sua amiga! Cris.
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