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14/01/2018

No Ingá renasci!

Curiosa a vida.
Em Niterói tive uma experiência tão ruim em 2015 e confesso que evitava.
Mas a vida, na sua total invenção, fez a roda girar e descobri que meu namorado morou no mesmo prédio.
Então, na sexta feira, pelas 11 horas recebi meu laudo e uma forma incrível de felicidade me invadiu.
Eu que passei muito da vida cuidando do espírito, me vi nas experiências físicas das dores humanas. E confesso, mais, ainda, sou muito fraca.
Não tenho nenhuma ilusão de ser a pessoa mais feliz, nem tenho mais sonhos.(risos). Estranho. Acho que talvez eu viva um dia de cada vez.
Perdi tanta coisa, me vi, realmente, desiludida. Acho que seja isso.
E após uma paralisia de bel por muito cansaço e baixa imunidade,finalmente, consegui operar e fiz a histerectomia total preservando os ovários. E ainda nos dois meses de recuperação tive que fazer uma biópsia dura, para mim. Talvez tenha sido a maior física dor que já senti.
Mas a graça pressupõe a fé e a existência.
Então, eu que tinha escrito, incrivelmente, sobre o vento, no último post, pela madrugada que se iniciava,  me vi com a notícia feliz, ao seu redor, somado a uma chuva, flores e árvores lindas do Ingá que é doce sim!  Isso tudo somado ao meu passeio preferido: as barcas. Além disso, tive o abraço mais puro do meu sobrinho pela manhã.
E assim, tão de repente, encontrei-me com Deus e, novamente, minhas promessas.
Estava sem fé.
As provações, precisei para voltar.
Estou de volta e feliz.
Prometo divulgar mais meu blogue.

Mari.


Ilustrador: Renato Alarcão.

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