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02/10/2017

A zona de conforto que desconfio.

Aprendi com o passar do tempo que devemos questionar a zona de conforto ou ficar perceptível aos detalhes da vida.
Tenho observado o blogue e minhas orações.
Fato que em tempos de lutas, rezo e escrevo com mais força e isso não deveria conduzir a  minha sorte, aqui.
Por outro lado, penso que estou colhendo, por vezes, o fruto da minha pequena obra, se assim posso dizer e tentando me sentir mais humana.
Eu não sei, não tenho parado.
Tenho sentido a vida passar, rapidamente, e o tempo apressado, em sua sorte.
Peço perdão a Deus e todos meus Santos se não estou dando o melhor de mim, mas suplico, todo dia, ao criador a gratidão da liberdade que sou grata. E essa gratidão é cantiga antiga, minha particularidade, onde ninguém quase usava a expressão.
Eu tenho tanto para falar e tão pouco fiz.
Por outro lado, sei, que espiritualmente, existe um segredo nosso e nem tudo pode ser dito.
Mas rezo todo dia o terço e me cruzo com 3 raminhos, nas orações que aprendi na vida, com todos os seres benditos que conheci. Não saio sem água benta, óleo ungido e o sinal da cruz e orações enraizadas na alma.
Quanto aos meus nada amigos humanos, nada posso fazer para gostarem de mim. Sei que incomodei, mas felizmente ou não, fui treinada na vida e isso faz parte da espiritualidade forte que fui submetida. É sobrevivência.


Um beijo. Mari.

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