28/04/2017

Eu continuo a sonhar alto!

Qual a verdadeira sorte de uma arte perdida?
Qual a medida do tempo?
Qual dimensão vivemos?
Quantas cores tem o vento?
O que vamos fazer de novo?
Como trilhar os horizontes?
Como conseguir subir o mais alto possível?
Meu silêncio grita milhões de vezes e me inflama.
O horizonte se fecha mas a colina declina, em louvor.
O sol brilha. A lua cai.


Com gratidão, Mari.

Maristella Padão