09/10/2016

O futuro certo.

Talvez um pouco da minha intuição não esteja tão latente.
E percebo, tão claramente, que essa espontaneidade traz erros.

Todas semanas temos o não e o sim.
Entendo que sejam nossos recomeços. Mas nem tudo que falamos é o que, por vezes, sentimos.
Muitas vezes, erramos, quando saímos interpelando ou pelos impulsos próprios da alma solta ou perdida falamos, sem pensar.  E diversas interpretações e pensamentos voltados se unem, com maestria.
Mas a vida pede vida e sonhos pedem sonhos.
Tudo é uma grande sobrevivência.
Então, sejamos.
Enquanto isso, vivo.
Solenemente.
Livre e presa, pouco importa.
A liberdade da vida é nosso motor.



Boa noite, meu Deus!
Nunca esqueça de que sempre agradeci.

Com gratidão, Mari.