21/02/2016

Vento no rosto!

A alma grita a liberdade.
Trago dias de gratidão pura.
Sempre, neste meu mistério, minha eterna dívida.
Viver é ser criativo.
E ser criativo traduz o somatório de conquistas, silêncio, solidão e experiências.
Mas acima de tudo, é dom, virtude que se conquista.
Trago cores vivas, as letras se unem, as idéias afloram.
Gosto muito do nada.
E nesta esperança, quase branca, é que sossego o espírito, alinho, sim, a sorte.
É mais forte do que o vento no rosto, num passeio de moto ou mais forte do que um banho de cachoeira gelada.
É poder ser com verdade.
Sim, muito grata!
Alegre tento viver.

Mari.


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