01/02/2014

Ventos do norte.

Já não sou mais eu, nem mesmo àquela.
Saboreio dos vossos braços o fulgor da vossa juventude colhida.
Seus traços delimitam a minha sorte. E embora a falta da luz tente, não há cordão que não se rompa, menina.
Com gratidão.
Mari

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